Quando o chakra base — também chamado de Muladhara — está em desequilíbrio, a mulher se desconecta do seu chão interno, da sua segurança, da sua força instintiva.
Esse centro energético, localizado na base da coluna, está diretamente ligado à nossa sensação de sobrevivência, estrutura, presença corporal, enraizamento e pertença.
E quando ele está fragilizado, os sinais aparecem no corpo, nas emoções, nos relacionamentos e nas escolhas diárias.
Alguns problemas comuns em mulheres com o chakra base desequilibrado:
— Sensação constante de insegurança, medo do futuro, ansiedade ligada à sobrevivência (dinheiro, moradia, sustento);
— Dificuldade de sentir-se pertencente, seja na família, no mundo ou nos espaços que ocupa;
— Problemas com a autoestima corporal e desconexão com a matéria (alimentação desregulada, dificuldade de cuidar do corpo, negação do prazer físico);
— Vínculos instáveis com a família de origem ou mágoas profundas com figuras parentais;
— Dores ou tensões persistentes na região do cóccix, pelve, pernas, pés, joelhos, ou distúrbios intestinais e ginecológicos;
— Bloqueios na musculatura do assoalho pélvico, incluindo falta de tonicidade ou excesso de rigidez;
— Sentimento de estar “flutuando”, dificuldade de estar presente, de se enraizar na rotina e nas decisões práticas da vida;
— Tendência a relações codependentes, por medo de ficar só ou por falta de estrutura interna;
— Dificuldade de dizer “não”, de impor limites saudáveis e de sustentar escolhas com firmeza.
Mulheres com o chakra base desequilibrado costumam carregar uma sensação de estarem desalojadas de si mesmas.
Como se sempre estivessem “fora do corpo”, vivendo no mental, no futuro, no externo…
Quando, na verdade, o convite da vida é o oposto: descer. enraizar. habitar. pulsar.
Por isso, o trabalho com a base é tão essencial:
É ali que a cura começa.
É no corpo que a alma faz morada.
E é na reconexão com essa base que a mulher volta a confiar em si, no seu corpo, na vida e na sua capacidade de nutrir-se em todos os níveis.